Contemplando a ordem da Terra, do sistema solar e do universo estelar, cientistas e estudiosos concluíram que o Grande Projetista não deixou nada para o acaso.
A inclinação da Terra, por exemplo, de 23 graus, produz as nossas estações. Os cientistas dizem-nos que, se a Terra não tivesse a exata inclinação que tem, os vapores dos oceanos mover-se-iam para o norte e sul, cobrindo os continentes de gelo.
Se a Lua estivesse mais perto da Terra, ao invés dos 320 mil quilômetros, as marés seriam tão enormes que todos os continentes seriam submergidos pela água.
Se a crosta terrestre fosse apenas três metros mais grossa, não haveria oxigênio, e sem ele toda a vida animal morreria.
Se os oceanos fossem uns poucos metros mais profundos, o dióxido de carbono e o oxigênio teriam sido absorvidos e nenhuma vida vegetal poderia existir.
O peso da Terra foi estimado em 6 sextilhões de toneladas (isso é um 6 seguido de 21 zeros). Ela tem, ainda, um equilíbrio perfeito e gira com facilidade sobre o seu eixo. A Terra revolve em sua própria órbita ao redor do Sol, percorrendo a cada ano o longo circuito elíptico de 965 milhões de quilômetros – o que significa que viajamos nesta órbita à velocidade de 30 quilômetros por segundo, ou 1800 quilômetros por hora.
Os grandes planetas do nosso sistema distam do Sol entre 57 milhões e cinco trilhões e oitocentos bilhões de quilômetros; cada um deles gira em torno do Sol com absoluta precisão, com órbitas que variam entre 88 dias para Mercúrio e 248 anos para o rebaixado Plutão.
Ainda assim, o Sol é apenas uma estrela menor nos 100 bilhões de astros que compõem a nossa galáxia, a Via Láctea. Isaías definiu bem a reação humana frente a grandeza do universo: “Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar.”(Is. 40:26). Deus é o maestro dessa grande orquestra.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
Vinde a Mim
Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Mateus 11:28-30
No antigo Israel, os fazendeiros costumavam treinar um boi inexperiente atrelando-o a outro mais experiente com um jugo de madeira. As correias ao redor do animal mais velho eram apertadas. Ele levava a carga. Mas o arreio ao redor do animal mais jovem era frouxo. Ele caminhava ao lado do mais maduro, porem carregava pouco peso. Neste verso Jesus está claramente dizendo: “Eu caminho ao seu lado. Estamos juntos. Mas eu puxo o peso e levo a carga”.
Imagine quanta carga Jesus tem levado sem que eu e você saibamos. Sabemos de algumas. “Porque ele é benigno até para com os ingratos e maus” (Lucas 6:35)
No idioma original, a palavra bondade traz consigo uma idéia adicional que não está presente no português. Refere-se principalmente a um ato de graça. Mas também refere-se a uma atitude ou pessoa que é “útil, aproveitável, que presta para um serviço”.
A bondade não é simplesmente dizer bom dia, mas preparar o café da manhã. Ele não apenas curou a mulher, Ele a honrou. Ele fez mais do que chamar Zaqueu pelo seu nome, Ele entrou em sua casa.
O mundo de hoje tende a valorizar outros pontos (coragem, devoção, liderança visionária) mais do que bondade.
Jesus discorda dessas prioridades: “Ide, porém, e aprendei o que significa: misericórdia quero e não sacrifício” (Mateus 9:13). Paulo coloca a bondade no topo quando afirma: o amor é benigno (I Coríntios 13:4).
Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Mateus 11:28-30
No antigo Israel, os fazendeiros costumavam treinar um boi inexperiente atrelando-o a outro mais experiente com um jugo de madeira. As correias ao redor do animal mais velho eram apertadas. Ele levava a carga. Mas o arreio ao redor do animal mais jovem era frouxo. Ele caminhava ao lado do mais maduro, porem carregava pouco peso. Neste verso Jesus está claramente dizendo: “Eu caminho ao seu lado. Estamos juntos. Mas eu puxo o peso e levo a carga”.
Imagine quanta carga Jesus tem levado sem que eu e você saibamos. Sabemos de algumas. “Porque ele é benigno até para com os ingratos e maus” (Lucas 6:35)
No idioma original, a palavra bondade traz consigo uma idéia adicional que não está presente no português. Refere-se principalmente a um ato de graça. Mas também refere-se a uma atitude ou pessoa que é “útil, aproveitável, que presta para um serviço”.
A bondade não é simplesmente dizer bom dia, mas preparar o café da manhã. Ele não apenas curou a mulher, Ele a honrou. Ele fez mais do que chamar Zaqueu pelo seu nome, Ele entrou em sua casa.
O mundo de hoje tende a valorizar outros pontos (coragem, devoção, liderança visionária) mais do que bondade.
Jesus discorda dessas prioridades: “Ide, porém, e aprendei o que significa: misericórdia quero e não sacrifício” (Mateus 9:13). Paulo coloca a bondade no topo quando afirma: o amor é benigno (I Coríntios 13:4).
domingo, 13 de julho de 2008
A Oração...
A oração precisa ser prioridade na vida da igreja. A profundidade de um ministério não é medida pelo sucesso diante dos homens, mas pela intimidade com Deus. A grandeza de uma igreja não é medida pela beleza do seu templo ou pela pujança do seu orçamento, mas pelo seu poder espiritual através da oração.
No século XIX, Charles Spurgeon concluiu: “Se uma igreja não ora, ela está morta”.
Infelizmente muitos hoje tem abandonado o alto privilégio de uma vida de oração. Gastamos algumas vezes mais tempo em reuniões de planejamento do que em oração. Dependemos mais dos recursos dos homens do que dos recursos de Deus. Confiamos mais no preparo humano, que na capacitação divina. Com isso, temos visto naufrágios espirituais na igreja, na sociedade e na família.
Quando a igreja ora, os céus se movem, o inferno treme e coisas novas acontecem na terra; “quando nós trabalhamos, nós trabalhamos; mas quando nós oramos, Deus trabalha”. A oração não é o oposto de trabalho. Ela não paralisa a atividade. Em vez disto, oração é em si mesma o maior trabalho; ela trabalha poderosamente, deságua em atividade, estimula o desejo e o esforço.Oração não é um ópio, mas um tônico; não é um calmante para o sono, mas o despertamento para uma nova ação.
E. M. Bounds, corretamente comenta: “O que a igreja precisa hoje não é de mais ou melhores mecanismos, nem de nova organização ou mais e novos métodos. A igreja precisa de homens a quem o Espírito Santo possa usar, homens de oração, homens poderosos em oração. O Espírito Santo não flui atrás de métodos, mas através de homens. Ele não unge planos, mas homens. Homens de oração!” (Purpose in Prayer, pág. 467).
Por que não desafiar-se a si mesmo e a partir de hoje procurar viver uma vida de oração e entrega absoluta a Jesus? A decisão é minha e sua!
No século XIX, Charles Spurgeon concluiu: “Se uma igreja não ora, ela está morta”.
Infelizmente muitos hoje tem abandonado o alto privilégio de uma vida de oração. Gastamos algumas vezes mais tempo em reuniões de planejamento do que em oração. Dependemos mais dos recursos dos homens do que dos recursos de Deus. Confiamos mais no preparo humano, que na capacitação divina. Com isso, temos visto naufrágios espirituais na igreja, na sociedade e na família.
Quando a igreja ora, os céus se movem, o inferno treme e coisas novas acontecem na terra; “quando nós trabalhamos, nós trabalhamos; mas quando nós oramos, Deus trabalha”. A oração não é o oposto de trabalho. Ela não paralisa a atividade. Em vez disto, oração é em si mesma o maior trabalho; ela trabalha poderosamente, deságua em atividade, estimula o desejo e o esforço.Oração não é um ópio, mas um tônico; não é um calmante para o sono, mas o despertamento para uma nova ação.
E. M. Bounds, corretamente comenta: “O que a igreja precisa hoje não é de mais ou melhores mecanismos, nem de nova organização ou mais e novos métodos. A igreja precisa de homens a quem o Espírito Santo possa usar, homens de oração, homens poderosos em oração. O Espírito Santo não flui atrás de métodos, mas através de homens. Ele não unge planos, mas homens. Homens de oração!” (Purpose in Prayer, pág. 467).
Por que não desafiar-se a si mesmo e a partir de hoje procurar viver uma vida de oração e entrega absoluta a Jesus? A decisão é minha e sua!
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Nenhum outro livro foi tão perseguido quanto a Bíblia em toda história. O fato de termos o conteúdo sagrado hoje inalterado é uma das mais fortes evidências de sua autoria divina.
De 361 a 363 d.C., Juliano, o apóstata, imperador de Roma, tentou reacender o fogo
nos altares pagãos e destruir o cristianismo. Pretendia a volta do paganismo. Ordenou então que todas as cópias das Escrituras fossem queimadas e promoveu uma sangrenta perseguição contra os cristãos. Antes de morrer, após ser ferido por um golpe fatal gritou em alta voz: “Você venceu, ó Galileu!”
Voltaire, o patrono dos ateus, lutou contra a Bíblia e o cristianismo no século XVIII. Ele afirmou que dentro de cem anos o cristianismo desapareceria. Todavia, Voltaire morreu louco em 1778. Seu prognóstico não ocorreu. Pelo contrário, 25 anos depois da sua morte, a Sociedade Bíblica Inglesa foi fundada e sua casa tornou-se um ponto de distribuição da Bíblia.
Em 1880 o General Lew Wallace resolveu escrever um livro para provar que o cristianismo estava errado, que a Bíblia era falível e que Jesus era apenas um simples homem. Depois de intensas pesquisas Lew reconheceu que estava errado em sua busca. Depois disso, escreveu Bem-Hur, uma grande apologia do cristianismo.
A Bíblia é um livro sempre atual. Ray Stedman declara: “Todos sabem que qualquer livro de ciências com mais de dez anos ficam totalmente obsoleto. As teorias econômicas mudam como as marés, sobem e descem com as médias da Bolsa de Valores. As regras de educação são cíclicas e variam entre extremos de permissividade e controle estrito. Os programas políticos, todos prometendo prosperidade ilimitada, aparecem em todo ano eleitoral. Em forte contraste a Palavra de Deus permanece inalterada e imutável. Sempre relevante, sempre atual, sempre perceptiva e penetrante, eternamente exata!”.
De 361 a 363 d.C., Juliano, o apóstata, imperador de Roma, tentou reacender o fogo
nos altares pagãos e destruir o cristianismo. Pretendia a volta do paganismo. Ordenou então que todas as cópias das Escrituras fossem queimadas e promoveu uma sangrenta perseguição contra os cristãos. Antes de morrer, após ser ferido por um golpe fatal gritou em alta voz: “Você venceu, ó Galileu!”
Voltaire, o patrono dos ateus, lutou contra a Bíblia e o cristianismo no século XVIII. Ele afirmou que dentro de cem anos o cristianismo desapareceria. Todavia, Voltaire morreu louco em 1778. Seu prognóstico não ocorreu. Pelo contrário, 25 anos depois da sua morte, a Sociedade Bíblica Inglesa foi fundada e sua casa tornou-se um ponto de distribuição da Bíblia.
Em 1880 o General Lew Wallace resolveu escrever um livro para provar que o cristianismo estava errado, que a Bíblia era falível e que Jesus era apenas um simples homem. Depois de intensas pesquisas Lew reconheceu que estava errado em sua busca. Depois disso, escreveu Bem-Hur, uma grande apologia do cristianismo.
A Bíblia é um livro sempre atual. Ray Stedman declara: “Todos sabem que qualquer livro de ciências com mais de dez anos ficam totalmente obsoleto. As teorias econômicas mudam como as marés, sobem e descem com as médias da Bolsa de Valores. As regras de educação são cíclicas e variam entre extremos de permissividade e controle estrito. Os programas políticos, todos prometendo prosperidade ilimitada, aparecem em todo ano eleitoral. Em forte contraste a Palavra de Deus permanece inalterada e imutável. Sempre relevante, sempre atual, sempre perceptiva e penetrante, eternamente exata!”.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Em 2008, Guarulhos, região da grande São Paulo, está recebendo uma dose extra de atividades evangelísticas. O município foi escolhido para sediar a grande campanha de evangelismo promovida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia para o Vale do Paraíba.
Desde março, 4 séries intituladas “Ainda Existe Esperança” já aconteceram nesse primeiro semestre: Centro de Guarulhos, e nos bairros de Cumbica, Bela Vista e Vila Galvão. Mais de 250 pessoas já foram batizadas.
No segundo semestre ocorrerão mais 3 séries: Jd. Tranquilidade, Alvorada e Bairro dos Pimentas.
Uma equipe foi montada para dar estrutura e bom andamento ao evento. Dias antes do início das programações, voluntários são treinados e divididos em departamentos. Os responsáveis pelo louvor, recepcionistas e equipe de apoio somaram forças com os pastores distritais, obreiros bíblicos e com as duplas missionárias que estão atuando no município.
Uma das principais metas desse trabalho evangelístico é dobrar o número de batismos alcançado no ano anterior, que foi de 407 pessoas. O alvo em 2008 está estipulado em 800 batismos. De acordo com Pr. Rafael Rossi, evangelista, os números somente serão obtidos se existir uma interligação dos trabalhos dos pastores e da equipe de evangelismo juntamente com o compromisso que os membros das igrejas devem desenvolver. “Queremos fazer com que a igreja se movimente”, completou o pastor.
Para isso outro projeto está em andamento com a igreja: Impacto Guarulhos. Cada igreja foi desafiada a montar 5 duplas missionárias e cada dupla desafiada a ministrar estudos bíblicos para 5 pessoas.
Serão 5 reuniões com essas duplas, sendo que a última será em dezembro para a formação das novas duplas missionárias com os que foram batizados durante o ano de 2008. “Com isso, esperamos que o processo de discipulado se cumpra realmente, quando um novo membro já sente-se inserido na missão da igreja”, acrescenta o Pr. Rossi.
Um boton foi criado para investir os que levarem alguma pessoa ao batismo em 2008 como fruto do trabalho das duplas missionárias.
Desde março, 4 séries intituladas “Ainda Existe Esperança” já aconteceram nesse primeiro semestre: Centro de Guarulhos, e nos bairros de Cumbica, Bela Vista e Vila Galvão. Mais de 250 pessoas já foram batizadas.
No segundo semestre ocorrerão mais 3 séries: Jd. Tranquilidade, Alvorada e Bairro dos Pimentas.
Uma equipe foi montada para dar estrutura e bom andamento ao evento. Dias antes do início das programações, voluntários são treinados e divididos em departamentos. Os responsáveis pelo louvor, recepcionistas e equipe de apoio somaram forças com os pastores distritais, obreiros bíblicos e com as duplas missionárias que estão atuando no município.
Uma das principais metas desse trabalho evangelístico é dobrar o número de batismos alcançado no ano anterior, que foi de 407 pessoas. O alvo em 2008 está estipulado em 800 batismos. De acordo com Pr. Rafael Rossi, evangelista, os números somente serão obtidos se existir uma interligação dos trabalhos dos pastores e da equipe de evangelismo juntamente com o compromisso que os membros das igrejas devem desenvolver. “Queremos fazer com que a igreja se movimente”, completou o pastor.
Para isso outro projeto está em andamento com a igreja: Impacto Guarulhos. Cada igreja foi desafiada a montar 5 duplas missionárias e cada dupla desafiada a ministrar estudos bíblicos para 5 pessoas.
Serão 5 reuniões com essas duplas, sendo que a última será em dezembro para a formação das novas duplas missionárias com os que foram batizados durante o ano de 2008. “Com isso, esperamos que o processo de discipulado se cumpra realmente, quando um novo membro já sente-se inserido na missão da igreja”, acrescenta o Pr. Rossi.
Um boton foi criado para investir os que levarem alguma pessoa ao batismo em 2008 como fruto do trabalho das duplas missionárias.
domingo, 22 de junho de 2008
Confiança...
O casamento estava correndo. Os convidados celebravam… mas o vinho havia acabado. Na época, o vinho era tão importante num casamento quanto o bolo hoje. Você consegue imaginar uma festa sem bolo? Eles não conseguiam imaginar um casamento sem vinho.
Oferecer vinho era mostrar respeito pelos convidados. Não oferecê-lo em um casamento poderia ser considerado um insulto.
O problema estava ali. Maria era a responsável e viu-se agora em uma situação complicada. Poderia ter explodido: Por que não planejaram direito? Quem é o culpado? Poderia ter implodido: A culpa é minha! Não sirvo para nada mesmo!
É muito fácil concentrar-se em qualquer coisa menos na solução dos problemas.
Maria levou o caso à pessoa certa. “E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não tem vinho” (João 2:3).
Perceba que ela levou o problema a Jesus antes de levá-lo a qualquer outra pessoa. Em uma reunião da comissão da igreja muito tensa, aparentemente não havia mais acordo, e após uma longa discussão, alguém sugeriu: Por que não oramos a esse respeito?, ao que outro respondeu: Chegamos a esse ponto!
O que nos faz pensar que a oração é a última opção e não a primeira? Às vezes somos independentes. Imaginamos que somos grandes suficientes para resolver os nossos problemas.
A última coisa que você deve temer é ser insignificante para Deus. Você só precisa concentrar-se em fazer o que Ele manda. As talhas foram enchidas. A água transformou-se em vinho. E se os servos negassem encher as talhas? Deus sempre pede que andemos alguns passos.
1. Identifique o problema
2. Apresente-o a Jesus
3. Faça o que Ele mandar
Permita que Deus seja Deus em sua vida. Recorra a Ele e você prontamente o encontrará disposto a lhe salvar.
Oferecer vinho era mostrar respeito pelos convidados. Não oferecê-lo em um casamento poderia ser considerado um insulto.
O problema estava ali. Maria era a responsável e viu-se agora em uma situação complicada. Poderia ter explodido: Por que não planejaram direito? Quem é o culpado? Poderia ter implodido: A culpa é minha! Não sirvo para nada mesmo!
É muito fácil concentrar-se em qualquer coisa menos na solução dos problemas.
Maria levou o caso à pessoa certa. “E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não tem vinho” (João 2:3).
Perceba que ela levou o problema a Jesus antes de levá-lo a qualquer outra pessoa. Em uma reunião da comissão da igreja muito tensa, aparentemente não havia mais acordo, e após uma longa discussão, alguém sugeriu: Por que não oramos a esse respeito?, ao que outro respondeu: Chegamos a esse ponto!
O que nos faz pensar que a oração é a última opção e não a primeira? Às vezes somos independentes. Imaginamos que somos grandes suficientes para resolver os nossos problemas.
A última coisa que você deve temer é ser insignificante para Deus. Você só precisa concentrar-se em fazer o que Ele manda. As talhas foram enchidas. A água transformou-se em vinho. E se os servos negassem encher as talhas? Deus sempre pede que andemos alguns passos.
1. Identifique o problema
2. Apresente-o a Jesus
3. Faça o que Ele mandar
Permita que Deus seja Deus em sua vida. Recorra a Ele e você prontamente o encontrará disposto a lhe salvar.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Paciência...
Certa vez o Senhor contou uma parábola sobre um rei que decidiu acertar as contas com os seus devedores. O seu funcionário da contabilidade descobriu alguém que lhe devia muito, como se fosse talvez milhões de reais.
O rei sumariamente decidiu que o homem, sua mulher e seus filhos deveriam ser vendidos para pagar a dívida. Devido à impossibilidade de pagar o que devia, este homem estava prestes a perder tudo o que possuía e todas as pessoas que lhe eram importantes.
Não é de admirar que o servo prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei. E o senhor daquele servo o mandou embora e perdoou-lhe a dívida (Mateus 18:26-27).
O devedor não pede que a dívida seja cancelada, mas pede paciência ao rei. A única vez que Jesus usa a palavra paciência é aqui nesta parábola, e a usa duas vezes. A paciência é mais do que uma virtude em caso de longas filas e trânsito interminável. A paciência é a forma como a graça de Deus se aproxima de cada um de nós.
Se ali não tivesse havido paciência, não teria havido misericórdia. Mas logo a seguir a história mudou de rumo. Ele, recém perdoado procura alguém que lhe devia certa quantia. O devedor lhe pede paciência, mas ele o lançou na prisão até que a dívida fosse paga.
O rei ficou surpreso ao saber do que acontecera. Chamou de volta ao palácio o homem que ele perdoou a dívida. Neste instante a paciência do rei não fez diferença na vida daquele homem. Recebeu muita paciência, mas não demonstrou nenhuma.
A paciência anda lado a lado com o entendimento. O que nos leva a concluir que ele não entendeu o que o rei tinha feito por ele.
Paulo nos diz em I Coríntios 13 que o amor é paciente. “O Senhor é longânimo para convosco” (2 Pedro 3:9). E se Deus está sendo paciente com você, será que você não pode ter a mesma paciência com as outras pessoas? Claro que pode. Porque existe algo que vem antes do amor: Deus.
O rei sumariamente decidiu que o homem, sua mulher e seus filhos deveriam ser vendidos para pagar a dívida. Devido à impossibilidade de pagar o que devia, este homem estava prestes a perder tudo o que possuía e todas as pessoas que lhe eram importantes.
Não é de admirar que o servo prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei. E o senhor daquele servo o mandou embora e perdoou-lhe a dívida (Mateus 18:26-27).
O devedor não pede que a dívida seja cancelada, mas pede paciência ao rei. A única vez que Jesus usa a palavra paciência é aqui nesta parábola, e a usa duas vezes. A paciência é mais do que uma virtude em caso de longas filas e trânsito interminável. A paciência é a forma como a graça de Deus se aproxima de cada um de nós.
Se ali não tivesse havido paciência, não teria havido misericórdia. Mas logo a seguir a história mudou de rumo. Ele, recém perdoado procura alguém que lhe devia certa quantia. O devedor lhe pede paciência, mas ele o lançou na prisão até que a dívida fosse paga.
O rei ficou surpreso ao saber do que acontecera. Chamou de volta ao palácio o homem que ele perdoou a dívida. Neste instante a paciência do rei não fez diferença na vida daquele homem. Recebeu muita paciência, mas não demonstrou nenhuma.
A paciência anda lado a lado com o entendimento. O que nos leva a concluir que ele não entendeu o que o rei tinha feito por ele.
Paulo nos diz em I Coríntios 13 que o amor é paciente. “O Senhor é longânimo para convosco” (2 Pedro 3:9). E se Deus está sendo paciente com você, será que você não pode ter a mesma paciência com as outras pessoas? Claro que pode. Porque existe algo que vem antes do amor: Deus.
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